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17 de outubro de 2011
13 de outubro de 2011
Lista de políticos Corruptos
Lista de 155 Políticos Corruptos que você não deve votar!
Tento escrever por aqui coisas interessantes e curiosas, mas como cidadão não poderia deixar de replicar esta vergonhosa lista de políticos com nome sujo.
Como as eleições para presidente, governador, deputados federais e estaduais e senadores estão chegando, essa postagem serve de base para não cometermos erros na hora do voto. Só com consciência conseguiremos amenizar a corrupção na política brasileira.
A lista abaixo são só de políticos com o nome sujo que não merece seu voto em hipótese alguma.
15 de dezembro de 2010
Encontrado Código da Vinci
Pesquisadores italianos afirmam ter encontrado um código na mais famosa pintura de Leonardo da Vinci.
Nos olhos da Monalisa, e em outras partes do quadro, estariam escondidas letras e números colocados pelo próprio pintor, que formariam um código ainda a ser desvendado.
A polêmica afirmação foi feita pelo presidente do Comitê Nacional Para Preservação da Herança Cultural da Itália, Silvano Vinceti. Ao aumentar imagens em alta resolução da famosa pintura, ele diz ter encontrado as letras e números.
Em entrevista à agência italiana de notícia ANSA, ele disse que, a olho nu, os símbolos são muito difíceis de distinguir. No entanto, com lentes de aumento é possível ver as letras “LV” atrás da pupila direita da Gioconda (a esquerda para quem olha o quadro de frente). As letras poderiam representar as inicias de Leonardo da Vinci.
27 de novembro de 2010
Windows e os seus 25 anos
Conheça a história deste sistema e algumas curiosidades engraçadas deste período. Também há a chance testar o Windows 1.11 de maneira online, sem precisar instalar nenhum aplicativo
O Windows completou 25 anos de existência no último sábado, dia 20 de Novembro. Apesar dos grandes avanços das plataformas Linux e Mac OS X nos últimos anos, elas não assustem nem de longe o reinado do sistema operacional da Microsoft, já que ela está presente em cerca de 90% dos computadores pessoais no mundo inteiro.
Em 1985 foi lançado o Windows 1.0, que possuía os já clássicos Paint, Bloco de Notas, Calculadora e o Relógio. O nome Windows foi dado por causa das "janelas", nas quais era possível utilizar vários aplicativos simultaneamente.
Dois anos depois, foi lançada a segunda versão do sistema operacional. Ele foi melhorado no quesito organização, pois já incluía teclas de atalho. Com o lançamento do Windows 2.0, a Microsoft se tornou a fabricante com o maior número de vendas de sistema operacional.
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Raphael Alves
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8 de abril de 2010
Cientistas da África do Sul anunciam descoberta de novo ancestral do homem
Fêmea adulta e macho adolescente caíram em fosso há 2 milhões de anos.
‘Australopithecus sediba’ traz pistas de período pobre em registros fósseis.
Os fósseis de uma fêmea com cerca de 30 anos de idade e um garoto com cerca de 13 que morreram ao cair em um fosso de 50 metros, possivelmente no meio de uma tempestade, revelam um novo ancestral da espécie humana. Batizada de Australopithecus sediba, trata-se de uma espécie de hominídeo que revela dados inéditos de um período da história até hoje carente de vestígios fósseis. Os achados ocorreram no sítio de Malapa, na África do Sul, uma região rica em cavernas que é revirada pela ciência desde 1935.
‘Australopithecus sediba’ traz pistas de período pobre em registros fósseis.
Os fósseis de uma fêmea com cerca de 30 anos de idade e um garoto com cerca de 13 que morreram ao cair em um fosso de 50 metros, possivelmente no meio de uma tempestade, revelam um novo ancestral da espécie humana. Batizada de Australopithecus sediba, trata-se de uma espécie de hominídeo que revela dados inéditos de um período da história até hoje carente de vestígios fósseis. Os achados ocorreram no sítio de Malapa, na África do Sul, uma região rica em cavernas que é revirada pela ciência desde 1935.
4 de março de 2010
Descoberta do mais antigo antepassado dos dinossauros pode mudar a linha de evolução dos répteis
Paleontólogos anunciam hoje a descoberta de uma espécie com fisionomia e características de dinossauro, que viveu na mesma época dos dinossauros, mas... não é dinossauro. O Asilisaurus kongwe, como foi batizado, é um silessauro - parente próximo dos dinos, da mesma forma como o ser humano tem antepassados em comum com o chimpanzé. O Asilisaurus, no entanto, chegou aqui dez milhões de anos antes dos familiares famosos.
Segundo os pesquisadores da Universidade do Texas, que assinaram um artigo sobre a nova espécie na revista "Nature", os silessauros estão na Terra há mais de 240 milhões de anos. Este, portanto, seria o prazo máximo para que a espécie tivesse se diferenciado dos dinossauros. Conclusão: os dinos teriam mais do que os 230 milhões de anos que lhe atribuíam.
Segundo os pesquisadores da Universidade do Texas, que assinaram um artigo sobre a nova espécie na revista "Nature", os silessauros estão na Terra há mais de 240 milhões de anos. Este, portanto, seria o prazo máximo para que a espécie tivesse se diferenciado dos dinossauros. Conclusão: os dinos teriam mais do que os 230 milhões de anos que lhe atribuíam.
25 de janeiro de 2010
A história da conexão
Você só pode ler este texto (e fazer tantas outras coisas) graças a ela: a internet. Saiba um pouco mais sobre a história da conexão a internet e também sobre o que vem por aí.
Se hoje você está lendo este texto, isso se deve, principalmente, a internet. Ela, que começou a ser desenvolvida pelo exército estadunidense lá na década de 1960, atualmente é uma das mais poderosas ferramentas para a comunicação humana.
Apesar dos pesares, não é nada difícil conseguir um espaço na grande rede mundial de computadores para divulgar seu trabalho e compartilhar notícias de maneira independente, sem depender de muito investimento e estrutura para isso, o que confere o título de democrática à internet.
Para que você conheça mais sobre ela que nos proporciona informação e entretenimento diariamente, o Baixaki resolveu contar um pouco sobre a história e evolução da conexão, desde os ruídos primordiais da discada até a tecnologia via satélite da 3G. Obviamente, algumas novidades não poderiam ficar de fora.
Se hoje você está lendo este texto, isso se deve, principalmente, a internet. Ela, que começou a ser desenvolvida pelo exército estadunidense lá na década de 1960, atualmente é uma das mais poderosas ferramentas para a comunicação humana.
Apesar dos pesares, não é nada difícil conseguir um espaço na grande rede mundial de computadores para divulgar seu trabalho e compartilhar notícias de maneira independente, sem depender de muito investimento e estrutura para isso, o que confere o título de democrática à internet.
Para que você conheça mais sobre ela que nos proporciona informação e entretenimento diariamente, o Baixaki resolveu contar um pouco sobre a história e evolução da conexão, desde os ruídos primordiais da discada até a tecnologia via satélite da 3G. Obviamente, algumas novidades não poderiam ficar de fora.
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Raphael Alves
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21 de janeiro de 2010
História do Google
Em pouco mais de dez anos a ideia de dois jovens universitários se transforma em um dos empreendimentos mais rentáveis da vida digital.
Serviços online, redes sociais, sistema de anúncios e uma centena de outras funções e possibilidades. Todas elas foram originadas por dois rapazes que cursavam a Universidade de Stanford. Larry Page e Sergey Brin começam a discutir ideias e chegam à conclusão de que a busca por informações poderia a ajudar a organizar as páginas. E como todo bom universitário, os recursos para a estruturação de qualquer negócio não eram lá muito grandes.
Por isso, o BackRub – o avô do Google que conhecemos hoje – teve seu ponta pé inicial em 1996 a partir de computadores compatíveis com a renda dos dois rapazes. Até então, a Internet não possuía ferramentas tão eficazes para a localização de conteúdos a partir de palavras chave. Dois anos depois, tudo já corria muito bem para Page e Brin. Nessa época o site já se chamava Google.
Serviços online, redes sociais, sistema de anúncios e uma centena de outras funções e possibilidades. Todas elas foram originadas por dois rapazes que cursavam a Universidade de Stanford. Larry Page e Sergey Brin começam a discutir ideias e chegam à conclusão de que a busca por informações poderia a ajudar a organizar as páginas. E como todo bom universitário, os recursos para a estruturação de qualquer negócio não eram lá muito grandes.
Por isso, o BackRub – o avô do Google que conhecemos hoje – teve seu ponta pé inicial em 1996 a partir de computadores compatíveis com a renda dos dois rapazes. Até então, a Internet não possuía ferramentas tão eficazes para a localização de conteúdos a partir de palavras chave. Dois anos depois, tudo já corria muito bem para Page e Brin. Nessa época o site já se chamava Google.
20 de janeiro de 2010
Veja os segredos que fizeram do Fusca o carro mais vendido do mundo
Dia Nacional do Fusca é comemorado nesta quarta-feira (20).
Donos do veículo revelam os segredos do carro admirado há 75 anos
Donos do veículo revelam os segredos do carro admirado há 75 anos
Mesmo para os que sabem a história do carro, há algumas particularidades do modelo que são conhecidas apenas por quem já teve ou dirigiu um Fusca. O RaphaelzinhoAlves entrevistou proprietários do veículo e integrantes de clubes e associações do modelo e traz os sete segredos do carrinho mais famoso do mundo.
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31 de dezembro de 2009
Pioneiro da internet brasileira relembra os primeiros passos da rede no país
Demi Getschko conta como foi início da navegação virtual dos brasileiros.
Ele preside núcleo para implementar projetos do Comitê Gestor da Internet.
Demi Getschko, de 56 anos, é hoje diretor-presidente do NIC.br, um núcleo criado para implementar as decisões e os projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). A história do engenheiro eletricista com a rede, no entanto, começou bem antes: no final dos anos 80, quando ele fazia um doutorado em engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, teve aula com um professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) sobre redes de pacotes, a tecnologia utilizada atualmente na internet.
Desde então, ele participa da história da internet brasileira e ajudou, inclusive, a trazer em 1991 a rede para o país. Mais precisamente para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Por conta dos 40 anos da internet, o especialista falou ao Raphael sobre sua experiência pessoal com a rede e também sobre os primeiros passos da rede no Brasil.
Ele preside núcleo para implementar projetos do Comitê Gestor da Internet.
Desde então, ele participa da história da internet brasileira e ajudou, inclusive, a trazer em 1991 a rede para o país. Mais precisamente para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Por conta dos 40 anos da internet, o especialista falou ao Raphael sobre sua experiência pessoal com a rede e também sobre os primeiros passos da rede no Brasil.
Raphaelzinho Alves traz a linha do tempo da internet
Rede mundial de computadores completou quatro décadas neste ano.
Infográfico traz os fatos que marcaram esses 40 anos; confira.
Infográfico traz os fatos que marcaram esses 40 anos; confira.
17 de novembro de 2009
Conheça os maiores apagões da história pelo mundo
'Blecautes não podem ser evitados em nenhum lugar', diz pesquisador.
Indonésia teve o pior, mas EUA, Canadá e Europa também sofreram.
Ficar horas sem energia elétrica em pleno século XXI por conta de um blecaute não é um “privilégio” do Brasil. Frequentes em países mais pobres, apagões atingiram recentemente milhões de pessoas nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa. O maior dos blecautes recentes, entretanto, aconteceu em 2005, na Indonésia, quando 100 milhões de pessoas ficaram até 12 horas sem energia.
Operador de trem elétrico espera pela volta da eletricidade em Jacarta, em 18 de agosto de 2005, depois do apagão que atingiu a Indonésia. (Foto: AFP)
“Blecautes não podem ser totalmente evitados em nenhum lugar do mundo”, explicou, em entrevista ao G1, o pesquisador norte-americano David Nye, que estudou os apagões registrados nos Estados Unidos desde 1935 em uma pesquisa a ser lançada no próximo ano no livro "When the lights went out" (Quando as luzes se apagaram, em tradução livre). Autor de uma dezena de livros sobre tecnologia e energia elétrica, ele diz que a Escandinávia e o Japão são mais eficientes em evitar este tipo de problema. "Um blecaute de até duas horas deveria ser esperado periodicamente. Não importa o quão bem o sistema de transmissão seja desenhado e construído, ele é apenas uma máquina num mundo de falhas técnicas, acidentes e erros humanos ocasionais.”
Indonésia teve o pior, mas EUA, Canadá e Europa também sofreram.
Ficar horas sem energia elétrica em pleno século XXI por conta de um blecaute não é um “privilégio” do Brasil. Frequentes em países mais pobres, apagões atingiram recentemente milhões de pessoas nos Estados Unidos, no Canadá e na Europa. O maior dos blecautes recentes, entretanto, aconteceu em 2005, na Indonésia, quando 100 milhões de pessoas ficaram até 12 horas sem energia.
Operador de trem elétrico espera pela volta da eletricidade em Jacarta, em 18 de agosto de 2005, depois do apagão que atingiu a Indonésia. (Foto: AFP)
“Blecautes não podem ser totalmente evitados em nenhum lugar do mundo”, explicou, em entrevista ao G1, o pesquisador norte-americano David Nye, que estudou os apagões registrados nos Estados Unidos desde 1935 em uma pesquisa a ser lançada no próximo ano no livro "When the lights went out" (Quando as luzes se apagaram, em tradução livre). Autor de uma dezena de livros sobre tecnologia e energia elétrica, ele diz que a Escandinávia e o Japão são mais eficientes em evitar este tipo de problema. "Um blecaute de até duas horas deveria ser esperado periodicamente. Não importa o quão bem o sistema de transmissão seja desenhado e construído, ele é apenas uma máquina num mundo de falhas técnicas, acidentes e erros humanos ocasionais.”
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11 de junho de 2009
As 10 melhores Invenções Tecnológicas
1º. Internet - Se você quisesse acessar a internet na década de 90, tinha que ouvir o barulinho chato do sinal dial-up. Não dava nem pra se conectar escondido dos pais. Toda a tecnologia por trás da internet, começou a vigorar em meados da década de 80, mas só ganhou um público considerável com a criação da “world wide web”, liberado pelo laboratório suíço CERN em 1991. E o resto, virou história, que pode ser encontrada na própria internet.OS X - A evolução continua!
A primeira versão do OS X, na realidade, foi uma distribuição beta de codinome Kodiac, em 2000. No entanto, diferentemente do que a Apple costumava (e costuma ainda hoje) fazer, esse beta foi aberto a todos os usuários mac. A avaliação feita à época foi que era um sistema “para o futuro” e que ainda tinha que percorrer um longo caminho para se tornar o sistema operacional de fábrica da empresa.
3 de junho de 2009
Marinha diz que ainda não localizou nenhum destroço do Airbus
Condições meteorológicas no local são regulares com mar calmo.
Segundo navio da Marinha chegará à região às 18h, antes do previsto.
A Marinha informou na tarde desta quarta-feira (3) que, até o momento, não localizou nenhum destroço do Airbus A 330-200 da Air France, que desapareceu no domingo (31) quando fazia o trecho Rio de Janeiro-Paris, com 228 pessoas a bordo.
Em nota divulgada à imprensa, a Marinha destaca que as condições meteorológicas na região do Oceano Atlântico onde ocorreu a queda do avião são regulares, com “visibilidade regular e chuvas esparsas" e mar calmo. Os militares informaram ainda que, até o fim do dia, contarão com um total de dois navios brasileiros na região do acidente.
O subchefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, coronel Jorge Amaral, disse, em entrevista na manhã desta quarta, que foram encontrados quatro novos pontos com destroços que podem ser do Airbus
O corveta “Caboclo” deve chegar ao local onde foram encontrados destroços do Airbus às 18h, antes do prazo inicialmente previsto de quinta-feira (4). A embarcação se juntará ao navio patrulha “Grajaú”, que desde às 11h de hoje está na área loalizada a cerca de 700 km a nordeste do arquipélago de Fernando de Noronha (PE). O navio patrulha tem uma lancha acoplada e um bote inflável.
Segundo navio da Marinha chegará à região às 18h, antes do previsto.
A Marinha informou na tarde desta quarta-feira (3) que, até o momento, não localizou nenhum destroço do Airbus A 330-200 da Air France, que desapareceu no domingo (31) quando fazia o trecho Rio de Janeiro-Paris, com 228 pessoas a bordo.
O subchefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, coronel Jorge Amaral, disse, em entrevista na manhã desta quarta, que foram encontrados quatro novos pontos com destroços que podem ser do Airbus
O corveta “Caboclo” deve chegar ao local onde foram encontrados destroços do Airbus às 18h, antes do prazo inicialmente previsto de quinta-feira (4). A embarcação se juntará ao navio patrulha “Grajaú”, que desde às 11h de hoje está na área loalizada a cerca de 700 km a nordeste do arquipélago de Fernando de Noronha (PE). O navio patrulha tem uma lancha acoplada e um bote inflável.
Saiba quais foram os piores acidentes aéreos da história
Choque de Boeings matou 583 pessoas em 1977 nas Ilhas Canárias.
Conheça outros desastres que entraram para a história.
Conheça outros desastres que entraram para a história.
2 de junho de 2009
Voo 447 teria sido vítima de condições meteorológicas execráveis e falhas técnicas?
Os indícios de que dispõe o Escritório de Pesquisa de Acidentes (BEA, a sigla em francês), são, até o momento ínfimos: uma dezena de mensagens automáticas enviadas pelo avião que descrevem grandes avarias destes sistemas; o testemunho de um comandante de bordo de um avião da TAM que sobrevoou a zona do acidente e disse ter visto pontos laranjas na superfície do oceano. É pouco para responder às muitas questões pendentes. "Não sabemos nada", disse um funcionário da Air France, na manhã desta terça-feira, informa o jornal francês "Le Monde".
Alencar decreta luto de três dias por acidente da Air France
Nesta terça-feira, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou que a Força Aérea Brasileira (FAB) encontrou cerca de 5 km de destroços e confirmou que são partes do Airbus da Air France.
Segundo a Air France, o avião levava 228 passageiros do Rio de Janeiro para Paris, sendo que 58 eram brasileiros.
O acidente
O Airbus A330 saiu do Rio de Janeiro no domingo (31), às 19h (horário de Brasília), e deveria chegar ao aeroporto Roissy - Charles de Gaulle de Paris no dia 1º às 11h10 locais (6h10 de Brasília).
De acordo com nota divulgada pela FAB, às 22h33 (horário de Brasília) o voo fez o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (Cindacta III). O comandante informou que, às 23h20, ingressaria no espaço aéreo de Dakar, no Senegal.
Às 22h48 (horário de Brasília) a aeronave saiu da cobertura radar do Cindacta, segundo a FAB. Antes disso, no entanto, a aeronave voava normalmente a 35 mil pés (11 km) de altitude.
A Air France informou que o Airbus entrou em uma zona de tempestade às 2h GMT (23h de Brasília) e enviou uma mensagem automática de falha no circuito elétrico às 2h14 GMT (23h14 de Brasília). A equipe de resgate da FAB foi acionada às 2h30 (horário de Brasília).
Entenda as principais questões sobre o desaparecimento do avião da Air France
Maior dúvida envolve sequência de eventos que teriam causado desastre.
Técnicos consideram improvável que raio, sozinho, tenha derrubado avião.
O mistério que envolve o voo da Air France que desapareceu após decolar do Rio de Janeiro no último domingo (31) continua, enquanto autoridades prosseguem com as buscas em alto mar. O avião sumiu dos radares depois de sofrer uma pane após atravessar uma área de turbulência. Havia 228 pessoas a bordo. Objetos localizados no Atlântico podem ser destroços da aeronave, mas ainda não é possível confirmar esse dado, diz a Aeronáutica. Confira a seguir as principais perguntas e respostas -- muitas ainda provisórias e especulativas -- sobre o caso.
A tripulação do avião soube da tempestade no Atlântico?
Muito provavelmente sim. O risco de turbulência forte na região a partir da qual veio o último contato da aeronave da Air France é bem conhecido e quase constante ao longo de todo o ano. Além disso, as aeronaves contam com informações atualizadas sobre as condições climáticas no seu caminho. Nos últimos meses, aviões que fazem a rota Brasil-Europa já haviam experimentado um aumento da turbulência na região, segundo relatos de pilotos.
A região tem acidentes frequentes?
Apesar da presença de turbulências, não há um índice elevado de acidentes aéreos ali. Além disso, apenas 12% dos acidentes aéreos fatais acontecem em pleno voo, longe da decolagem e da aterrissagem, de acordo com dados da Boeing.
O avião seguiu o plano de voo?
Todas as informações disponíveis indicam que sim.
A tripulação tinha liberdade para modificar o trajeto da aeronave de maneira a escapar da tempestade?
Sim. De acordo com o comandante Ronaldo Jenkins, diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias, as rotas aéreas internacionais são definidas por meio de acordos entre os países cujo espaço aéreo é atravessado pelas aeronaves. Do lado do Brasil, essas negociações são conduzidas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo, órgão da Aeronáutica. No entanto, numa emergência, a flexibilidade é grande.
"O piloto, em situação de emergência, pode se afastar tanto do eixo horizontal quanto do vertical da sua rota [ou seja, virando o avião, subindo ou descendo]. Após isso, ele deve comunicar imediatamente o controle aéreo. Se não for uma emergência, ele primeiro comunica o controle, que então verifica os níveis vagos na estrutura da aerovia na qual o avião está [a "estrada" imaginária que as aeronaves seguem] e dá a permissão", diz Jenkins.
Quais são as chances de um raio, sozinho, ter causado a queda do avião?
Muito baixas, de acordo com a maioria dos especialistas de aviação e segurança de voo. Os aviões possuem uma "capa" externa especialmente projetada para conduzir eletricidade de forma eficiente, fazendo com que, na prática, um raio "entre" por uma ponta do avião e "saia" pela outra sem causar danos.
Além disso, os aviões são atingidos por descargas elétricas de forma rotineira. Em entrevista à revista "Scientific American", o engenheiro Edward J. Rupke, da empresa Lightning Technologies (EUA), afirmou que cada avião comercial americano é atingido, em média, uma vez por ano por relâmpagos. No país, o último acidente atribuído diretamente a descargas elétricas foi em 1967. Na época, o raio causou a explosão do tanque de combustível de uma aeronave.
Por que a tripulação não pediu ajuda? Se pediu, o que a impediu de conseguir socorro?
Se a falha no sistema elétrico do avião foi mesmo catastrófica, a julgar pela mensagem automática transmitida para a Air France às 23h14 do dia 31, o mais provável é que os meios usuais de comunicação com o controle aéreo não estivessem mais disponíveis para a tripulação.
O que ocorreu primeiro, a pane elétrica ou a despressurização?
É impossível determinar isso com os dados disponíveis agora. Sem os sistemas elétricos, o avião passaria por uma súbita despressurização; por outro lado, a perda de pressão na cabine poderia, em tese, ocorrer sem que os demais sistemas da aeronave fossem danificados.
Como uma aeronave com tantos sistemas de segurança pode desaparecer?
Para o comandante Jenkins e outros especialistas em segurança de voo, dificilmente uma única causa -- raios, a força da turbulência ou outro problema ao longo da rota -- será responsável pelo desaparecimento de uma aeronave. Uma sucessão de eventos e problemas provavelmente concorreu para o que houve com o voo da Air France. Uma das hipóteses é que a forte turbulência tenha interagido com alguma falha estrutural no avião, levando à perda de sua capacidade de voar.
Existe algum prazo limite para as buscas?
Esse prazo ainda não foi definido. No entanto, de acordo com a Aeronáutica, 40 dias é o período considerado viável para a procura de sobreviventes, levando em conta a capacidade de sobrevivência de seres humanos no mar.
Técnicos consideram improvável que raio, sozinho, tenha derrubado avião.
O mistério que envolve o voo da Air France que desapareceu após decolar do Rio de Janeiro no último domingo (31) continua, enquanto autoridades prosseguem com as buscas em alto mar. O avião sumiu dos radares depois de sofrer uma pane após atravessar uma área de turbulência. Havia 228 pessoas a bordo. Objetos localizados no Atlântico podem ser destroços da aeronave, mas ainda não é possível confirmar esse dado, diz a Aeronáutica. Confira a seguir as principais perguntas e respostas -- muitas ainda provisórias e especulativas -- sobre o caso.
A tripulação do avião soube da tempestade no Atlântico?
Muito provavelmente sim. O risco de turbulência forte na região a partir da qual veio o último contato da aeronave da Air France é bem conhecido e quase constante ao longo de todo o ano. Além disso, as aeronaves contam com informações atualizadas sobre as condições climáticas no seu caminho. Nos últimos meses, aviões que fazem a rota Brasil-Europa já haviam experimentado um aumento da turbulência na região, segundo relatos de pilotos.
A região tem acidentes frequentes?
Apesar da presença de turbulências, não há um índice elevado de acidentes aéreos ali. Além disso, apenas 12% dos acidentes aéreos fatais acontecem em pleno voo, longe da decolagem e da aterrissagem, de acordo com dados da Boeing.
O avião seguiu o plano de voo?
Todas as informações disponíveis indicam que sim.
A tripulação tinha liberdade para modificar o trajeto da aeronave de maneira a escapar da tempestade?
Sim. De acordo com o comandante Ronaldo Jenkins, diretor técnico do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias, as rotas aéreas internacionais são definidas por meio de acordos entre os países cujo espaço aéreo é atravessado pelas aeronaves. Do lado do Brasil, essas negociações são conduzidas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo, órgão da Aeronáutica. No entanto, numa emergência, a flexibilidade é grande.
"O piloto, em situação de emergência, pode se afastar tanto do eixo horizontal quanto do vertical da sua rota [ou seja, virando o avião, subindo ou descendo]. Após isso, ele deve comunicar imediatamente o controle aéreo. Se não for uma emergência, ele primeiro comunica o controle, que então verifica os níveis vagos na estrutura da aerovia na qual o avião está [a "estrada" imaginária que as aeronaves seguem] e dá a permissão", diz Jenkins.
Quais são as chances de um raio, sozinho, ter causado a queda do avião?
Muito baixas, de acordo com a maioria dos especialistas de aviação e segurança de voo. Os aviões possuem uma "capa" externa especialmente projetada para conduzir eletricidade de forma eficiente, fazendo com que, na prática, um raio "entre" por uma ponta do avião e "saia" pela outra sem causar danos.
Além disso, os aviões são atingidos por descargas elétricas de forma rotineira. Em entrevista à revista "Scientific American", o engenheiro Edward J. Rupke, da empresa Lightning Technologies (EUA), afirmou que cada avião comercial americano é atingido, em média, uma vez por ano por relâmpagos. No país, o último acidente atribuído diretamente a descargas elétricas foi em 1967. Na época, o raio causou a explosão do tanque de combustível de uma aeronave.
Por que a tripulação não pediu ajuda? Se pediu, o que a impediu de conseguir socorro?
Se a falha no sistema elétrico do avião foi mesmo catastrófica, a julgar pela mensagem automática transmitida para a Air France às 23h14 do dia 31, o mais provável é que os meios usuais de comunicação com o controle aéreo não estivessem mais disponíveis para a tripulação.
O que ocorreu primeiro, a pane elétrica ou a despressurização?
É impossível determinar isso com os dados disponíveis agora. Sem os sistemas elétricos, o avião passaria por uma súbita despressurização; por outro lado, a perda de pressão na cabine poderia, em tese, ocorrer sem que os demais sistemas da aeronave fossem danificados.
Como uma aeronave com tantos sistemas de segurança pode desaparecer?
Para o comandante Jenkins e outros especialistas em segurança de voo, dificilmente uma única causa -- raios, a força da turbulência ou outro problema ao longo da rota -- será responsável pelo desaparecimento de uma aeronave. Uma sucessão de eventos e problemas provavelmente concorreu para o que houve com o voo da Air France. Uma das hipóteses é que a forte turbulência tenha interagido com alguma falha estrutural no avião, levando à perda de sua capacidade de voar.
Existe algum prazo limite para as buscas?
Esse prazo ainda não foi definido. No entanto, de acordo com a Aeronáutica, 40 dias é o período considerado viável para a procura de sobreviventes, levando em conta a capacidade de sobrevivência de seres humanos no mar.
Saiba mais sobre as buscas ao Airbus
Destroços do avião foram localizados no oceano, diz ministro.
Saiba onde são feitas as buscas e qual a estrutura utilizada.
Saiba onde são feitas as buscas e qual a estrutura utilizada.
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