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15 de junho de 2012

Como Hakear iOS iTunes Store, App Store ID Apple iBookstore, Mac App Store iPhone, iPad, iPod Touch




1-Criando uma conta da iTunes Store, App Store ID Apple iBookstore e Mac App Store sem cartão de crédito
2-Jailbreak Cydia no seu  iPhone/iPad/ iPod Touch
3-Como passar aplicativos Crackeados /app para iPhone/iPad/ iPod Touch
4-Como desbloquear iPhone/iPad/ iPod Touch


15 de abril de 2010

Cracker invade site do PT e promove Serra

O site do Partido dos Trabalhadores saiu do ar, na tarde de hoje, para receber reparos depois que uma foto de José Serra foi inserida na home do portal petista.

De acordo com a assessoria de comunicação do PT, crackers tentam invadir o site petista desde o início da semana e chegaram até a inserir códigos maliciosos em algumas páginas do portal. Em nota, o PT disse que o autor da invasão explorou uma vulnerabilidade em iFrames utilizados na arquitetura do site dos trabalhadores.
Na tarde de hoje, porém, o cracker que conseguiu editar a home do site do PT e publicou uma foto do pré-candidato tucano à presidência José Serra e mensagens de apoio ao PSDB.

Após exibir a página do PT modificada, o internauta era redirecionado para o site do PSDB. O PT não responsabilizou diretamente o PSDB, mas por meio de porta-voz afirmou que o clima agressivo promovido contra o partido favorece este tipo de episódio.

O PSDB negou qualquer participação no episódio. Por meio de nota, os tucanos pediram que peritos da Polícia Federal investiguem de onde partiu a invasão e identifiquem os responsáveis pelo ataque cracker.

1 de fevereiro de 2010

Hacker garante ter desbloqueado o PS3


O hacker americano George Hotz garante ter desbloqueado o Playstation 3, da Sony. Hotz ficou conhecido quando, ainda adolescente, quebrou o código do iPhone, da Apple, em 2007. As informações sobre o ataque foram relatadas à BBC.

O hacker informa que está aprimorando a técnica e logo deve divulgar os resultados na internet. A ação permite que o console rode jogos piratas ou sofwtares caseiros. Até então, o PS3 era o único videogame que ainda não havia sido hackeado.

Segundo Hotz, foram necessárias cinco semanas para quebrar o código, sendo que três foram dedicadas apenas ao estudo do sistema do aparelho. O trabalho de pesquisa hacker foi feito no meio do ano passado, o restante do ataque foi concluído no final de 2009. O americano ainda informa que a quebra foi realizada utilizando 5% de hardware e 95% de sofwtare.

Porta-voz da Sony diz que a companhia investiga as afirmações e deve se pronunciar quando possuir mais detalhes sobre o caso.

11 de junho de 2009

Os dados da sua empresa estão seguros?

A discussão sobre as diferenças entre “dado” e “informação” é antiga. Diversos autores definem estes dois conceitos de várias maneiras. A própria evolução da área de informática fez com que a denominação “Processamento de Dados” passasse à “Tecnologia da Informação”. Mas o que importa é que a perda do dado ou da informação pode causar sérios prejuízos para as empresas.

Grande parte das vezes isto pode ocorrer devido à falta de um sistema de armazenamento eficiente ou à falta de cuidados com a segurança dos dados ou informações. Os cuidados com as formas de armazenamento dos dados são tão importantes como escolher o servidor, o banco de dados ou a aplicação, mas são preteridos ou ignorados na hora da compra da solução. Muitas vezes, as decisões sobre o armazenamento de dados limitam-se a tipo e capacidade dos discos.

É certo que a dor de cabeça do gestor é enorme quando um servidor pára porque um disco quebrou. Os prejuízos para a empresa poderiam ser evitados se, no momento da compra, o responsável pelo projeto de servidores tivesse comprado dois discos ao invés de um e adotado algum tipo de armazenamento que permitisse a redundância para garantir a segurança das informações.

2 de junho de 2009

Casa Branca contrata executivo do Google

Onde você preferiria trabalhar: no Google, com todo o status de ser uma das empresas mais descoladas do mundo, com sala de jogos, descanso ou na Casa Branca, ao lado do presidente dos Estados Unidos Barack Obama?

Andrew McLaughlin, até então chefe de políticas públicas do gigante das buscas preferiu a companhia de Obama e um cargo no gabinete de tecnologia do governo norte-americano.

McLaughlin fará companhia a outros dois profissionais ex-Google. Katie Stanton ocupava o cargo de diretora de projetos na empresa de tecnologia e se tornou diretora de participação pública da equipe do presidente americano. Outro que arrumou as malas para a Casa Braça foi Sonal Shah, ex-diretor de desenvolvimento do Google.org que agora ocupa a posição de coordenador de inovação social da Casa Branca.

Alguns críticos americanos dizem que essa relação entre Google e governo federal pode ser prejudicial no caso de uma eventual ação judicial contra a gigante da internet.

27 de fevereiro de 2009

Tribunal britânico facilita extradição de hacker que invadiu Pentágono

Gary McKinnon acessou computadores militares norte-americanos. Se condenado nos EUA, ele pode pegar até 70 anos de prisão.

Promotores públicos britânicos anunciaram nesta quinta-feira (26) que não apresentarão acusações contra um especialista em informática acusado por um procurador norte-americano de cometer "a maior invasão de computadores militares da história". A decisão representa um revés no esforço de evitar extradição para os Estados Unidos.

Gary McKinnon foi detido pela polícia britânica em 2002 depois que promotores dos EUA o acusaram de acesso ilegal a computadores do Pentágono, Exército, Marinha e Nasa, e de causar danos de US$ 700 mil. Um tribunal britânico decidiu em 2006 que McKinnon deveria ser extraditado para os Estados Unidos para ser julgado. Caso seja condenado por um tribunal norte-americano, ele pode enfrentar pena de até 70 anos de prisão. McKinnon vem tentando reverter a decisão do tribunal britânico desde que ela foi anunciada.

Os advogados dele solicitaram ao diretor de processos públicos do Reino Unido que considerasse uma petição para que McKinnon respondesse a processo em tribunal britânico, o que permitiria que ele recebesse sentença muito mais curta.

Mas a promotoria britânica informou que uma revisão judicial havia chegado à conclusão de que seria errado para ele ser julgado no país.

"Não estamos falando de alguns esforços aleatórios de pirataria, mas de um esforço deliberado para invadir os sistemas de defesa norte-americanos em um período crítico. Danos bem documentados foram causados", afirmou Alison Saunders, da divisão de crime organizado da promotoria britânica. "Os ataques podem ter sido conduzidos do computador da casa de McKinnon, e nesse sentido o caso está conectado ao Reino Unido, mas o alvo e os danos são transatlânticos."

Invasão

McKinnon é acusado de paralisar por 24 horas toda a rede do distrito militar de Washington, do Exército norte-americano, composta por mais de 2 mil computadores.

Ele declarou à Reuters que na época era apenas um aficionado por computadores e que desejava descobrir se alienígenas existiam de verdade. Para isso, resolveu vasculhar grandes redes militares em busca de provas, algo que se tornou uma obsessão para ele.

A decisão britânica desta quinta-feira não significa o fim da batalha legal de McKinnon. No mês passado, a Corte Suprema de Londres decidiu que o hacker, que sofre da síndrome de Asperger, poderia buscar uma revisão da decisão do governo de extraditá-lo.

Os advogados dele argumentam que sua saúde sofrerá e que ele ficará sob risco real de suicídio se ele for entregue a autoridades dos EUA.

6 de janeiro de 2009

Polêmica Hacker




O termo “hacker” não é mais um desconhecido para a maioria dos internautas. Seu significado, porém, tende a variar dependendo do utilizador e do contexto: é capaz de ser um elogio ou insulto, uma profissão ou um crime. A profusão de outras palavras com definições aparentemente redundantes como “black hat” (chapéu preto) e “cracker” são reflexo da polêmica que circula em torno da palavra “hacker”.

A definição mais conhecida é a de que um hacker é um criminoso que usa suas habilidades com computadores para seu próprio proveito. O roubo de senhas, contas bancárias e criação e disseminação de vírus seriam atividades hacker, realizadas por pessoas que violam a segurança de sistemas ilegalmente.

Mas existe um grupo, conhecido como a “cultura hacker”, que não gosta dessa definição. Eric Steven Raymond, um proeminente defensor de software de código aberto, mantém documentos como o Como se Tornar um Hacker -- citando Zen e artes marciais -- e também o Jargon File (“arquivo de jargões”), um “dicionário” de várias expressões, gestos e pensamentos dessa cultura hacker e de tecnologia em geral.

Multiplicidade

O glossário do Jargon File conta com várias explicações para a palavra hacker. A definição que trata de crimes, no entanto, está marcada como “obsoleta”. Para Raymond e outros membros da cultura hacker, quem comete crimes é chamado de cracker. Os hackers verdadeiros -- e o Jargon diz ser o primeiro a usar o termo -- nada têm a ver com eles.

Há ainda formas alternativas para “cracker” no glossário. Uma delas é “hacker do lado negro da Força”, em referência ao filme “Guerra nas estrelas”. Já para os hackers que se envolvem legalmente em atividades que às vezes poderiam ser consideradas ilegais (como por exemplo espionagem e testes de segurança), o Jargon tem a expressão “samurai”. Hoje essas expressões são raramente usadas.

O interessante nas definições da cultura hacker é que elas não envolvem especificamente a área de segurança. Para Raymond, hackers são programadores extraordinários, antiautoritários e que, por isso, contribuem ou trabalham com software livre e de código aberto -- e não apenas na segurança destes.
Mesmo assim, é comum também a definição de hacker restrita à assuntos de segurança. Nesse caso, a palavra é usada de forma neutra, mas pode ser tanto para identificar um criminoso como um especialista da área.

White, grey e black hat

Como alternativa ao “hacker ético” e ao “cracker”, foram criados três termos muito menos polêmicos: white, grey e black hat. Traduzindo para português, temos chapéu branco, chapéu cinza e chapéu preto. Eles têm sua origem nos antigos filmes de velho oeste em que a cor do chapéu determinava quem era o bandido. O chapéu branco (white hat) é o mesmo que o hacker ético: um profissional de segurança dedicado apenas a proteger sistemas. O chapéu preto (black hat) é o criminoso. Por fim, o chapéu cinza (grey hat) tem atitudes variadas que dificultam seu enquadramento em uma das duas categorias. Existe uma conferência de segurança com o nome de Black Hat Briefings. A Microsoft realiza um evento semelhante, mas interno, chamado BlueHat Briefings, mas não existe um “chapéu azul” em segurança da informação.

Cracker e pirataria

Quem adota com orgulho os termos “crack” e “cracker” são os especialistas em pirataria de software (“warez”). Eles realizam essa atividade porque gostam do desafio de quebrar a segurança dos sistemas e ganhar credibilidade na “cena”, ou “cultura”, de pirataria. Os cracks criados por esses indivíduos possibilitam o uso ilegal de software. Eles geralmente se organizam em grupos especializados num determinado tipo de conteúdo (programas, filmes ou música), mas apenas os responsáveis pela criação desses códigos de quebra de proteção anticópia são considerados crackers. Não existe consenso a respeito de qual definição é realmente a correta para o mais popular dos termos: hacker. É muito fácil entrar na discussão, mas, considerando-se a existência de tantos outros termos com significados parecidos, também não é difícil ficar longe dela. Assim a coluna chega ao seu fim, mas a polêmica continuará por muito tempo.

Obs.:

Para aprofundar no conhecimento veja as revistas hacker.

By hacker Raphael ®

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