
A primeira versão do OS X, na realidade, foi uma distribuição beta de codinome Kodiac, em 2000. No entanto, diferentemente do que a Apple costumava (e costuma ainda hoje) fazer, esse beta foi aberto a todos os usuários mac. A avaliação feita à época foi que era um sistema “para o futuro” e que ainda tinha que percorrer um longo caminho para se tornar o sistema operacional de fábrica da empresa.

Seja pela falta de confiança dos usuários, seja pela falta de programas para a nova plataforma ou ainda, pelas dificuldades de processamento dos macs da época, como o baixo processamento dos antigos processadores PowerPC G3, falta de memória RAM e talvez o maior problema da época, a falta de memória de vídeo (conhecida no mundo Apple como VRAM), digamos que o OS X 10.0 não foi, nem de longe, um sucesso de público.
Por isso mesmo, apenas seis meses depois do lançamento do 10.0, a Apple lançou o OS X 10.1 (codinome Puma). Um pouco “menos verde”, porém, ainda não agradava aos usuários acostumados com o sistema clássico. O ambiente gráfico (GUI) aqua, agradava ao primeiro olhar, porém ainda deixava a desejar em funcionalidade. A falta de programas era evidente e isso contribuiu para o OS 9 continuar sendo o SO utilizado pela maioria dos usuários da Apple. Tanto isso é verdade que o OS Clássico continuava sendo desenvolvido.
Onze meses depois (agosto 2002) veio o 10.2, conhecido como Jaguar, e com ele, foi descontinuado o OS 9. Para muitos dos usuários, esse foi o primeiro OS X realmente utilizável pelos macusers sem a necessidade do

Em outubro de 2003, veio o OS X 10.3 (Panther) – foi quando eu entrei nesse mundo com um PowerMac G3 (Blue and White), que comprei usado, raspando todas as minhas economias. Posso dizer por experiência própria, que era um sistema operacional muito estável, e com uma quantidade excelente de programas para serem utilizados em qualquer área, porém, mesmo assim, o OS Clássico ainda podia ser instalado e era utilizado por muitos usuários (inclusive eu).
Com o passar do tempo, o OS 9, pelo menos para mim, passou a ser praticamente desnecessário, tendo em vista que todas as atenções estavam sendo voltadas para o OS X e com isso os desenvolvedores deixaram, em sua grande maioria, de projetar novas versões para os aplicativos do já velho OS Clássico (lembrando que ele havia sido lançado em 1999).

O Tiger foi a primeira versão do OS X a rodar oficialmente em um computador com processador Intel, em virtude da mudança da plataforma. Aliado a isso, todos os antigos computadores da Apple que tivessem um processador a partir do PowerPC G3 podiam, via de regra, ter instalados o Tiger, mesmo aqueles computadores de mais de cinco/ seis anos, como os iMacs e iBooks coloridos (com uma pequena gambiarra e uma adição considerável de memória RAM). Isso, com certeza ajudou e muito na consolidação do OS X.
Por fim, em 2007, foi lançado o atual sistema operacional da maça, o OS X 10.5, Leopard. Com ele, a segurança foi elevada a um grau muito mais alto que em qualquer outro sistema comercial, principalmente se comparado com o Windows. Com a chegada dos processadores Intel e com valores competitivos dentro do mercado (principalmente o norte-americano), os Apple viraram febre e os Macbooks branquinhos (e pretinhos também) foram as máquinas com o maior sucesso de vendas da história da marca.
Estamos em 2009 e ainda estamos com o OS X 10.5, porém na versão/ atualização 10.5.7 e, para mim, não sinto a necessidade de utilizar outro sistema operacional, qualquer que seja. Tudo o que necessito fazer, há um programa dedicado, seja ele comercial ou freeware, além de contarmos com fóruns especializados no sistema, e uma comunidade muito atuante, pronta para ajudar os companheiros de plataforma.

Update: O Snow Leopard já foi lançado, porém só estará disponível para o público em setembro, custando US$ 29,00 para o upgrade e US$ 129,00 para o full. (Preços nos EUA)
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